Startup GPC ajuda síndicos a reduzirem consumo de água, gás e energia
A adoção de sistemas inteligentes para gestão de água, energia elétrica e gás em condomínios residenciais e comerciais tem potencial para reduzir em até 50% o consumo desses recursos, segundo estudos recentes. Pesquisas como a publicada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), em 2023, destacam que medidas como reúso de água, energia solar e monitoramento digital podem acelerar o cumprimento das metas da Agenda 2030 da ONU, especialmente dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 (Água limpa e saneamento), 7 (Energia acessível e limpa) e 11 (Cidades sustentáveis). O aplicativo da startup GPC oferece e mede essa economia na prática todos os dias em diversos condomínios. Para conhecer os benefícios do aplicativo para os condomínios, a REVISTA enviou um repórter para ouvir um dos sócios da Startup GPC, o engenheiro Antônio Leal.
Repórter da Revista dos Condomínios – A gente pensa em reduzir o consumo de recursos para ser possível que as próximas gerações também tenham direito de fazer uso deles. Mas tudo começa em casa, nos condomínios e é preciso ganhar escalabilidade dessas ações. E isso é urgente, afinal os condomínios são polos críticos de consumo. Implementar soluções sustentáveis nesses espaços é essencial para cumprir a Agenda 2030, concorda?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Sim e para isso temos, cada vez mais, o auxílio da tecnologia, mas a conscientização dos moradores é fundamental. O aplicativo da GPC ajuda o síndico e a qualquer condômino que quiser controlar o consumo. No caso do síndico, ele permite detectar consumos anómalos e daí, eventuais vazamentos etc. Agora, preventivamente, para permitir a redução do consumo de cada morador, esses podem ajudar. Seja reduzindo o tempo no chuveiro ou desligar luzes em áreas ociosas. São hábitos simples que multiplicam resultados.
RELAÇÃO COM OS SÍNDICOS
Repórter da Revista dos Condomínios – Como é sua relação com os síndicos e quais são as perguntas mais comuns? Acredito que elas se reduzam às questões foco do aplicativo da GPC, correto?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – A gente, praticamente, fala com síndicos todos os dias. Como a gente atua na região Nordeste como um todo, desde Salvador, na Bahia, até o Maranhão, então, diariamente tem assunto para a gente tratar com os síndicos. Tem assuntos de diversos temas, desde carregador elétrico de carro a monitoramento de água, a projetos que o pessoal está desenvolvendo de energia solar. Isso porque, por mais que a gente preste um serviço voltado para controle e monitoramento de energia, água e gás e controle de despesa, outros assuntos vão surgindo ao longo dessa conversa. Isso porque o setor funciona muito bem. As pessoas vão adquirindo confiança e vão nos compartilhando outras dores e nos demandando indicações e referências confiáveis para todos os tipos de serviço e produtos do setor condominial.
TROCA DE EXPERIÊNCIAS
Repórter da Revista dos Condomínios – Essa relação mais próxima que permita a troca de experiências, pode ser importante para você, pois pode te proporcionar insights, ideias sobre a extensão de serviços oferecidos pelo aplicativo atual, correto?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – A gente, lógico, tenta manter o foco dentro de nossa área de atuação, mas como ecossistema ele, cada vez mais, enriquece quando a gente trata de outros temas e indica profissionais de confiança cujos serviços e produtos conhecemos e sabemos da qualidade. Por exemplo, é o caso de auditoria. Eu não realizo, mas quando sou mandado por referências no setor, eu apresento nomes de alguns profissionais ou empresas. Outro exemplo: aqui no Nordeste está se discutindo muito a questão do carro elétrico. E em todo o Brasil, na verdade.
“esse aplicativo é muito importante para os condomínios que têm grandes áreas verdes em estados nos quais a concessionária não faz qualquer tipo de desconto em relação aos valores cobrados em esgoto”
GPC TIRA TODO TIPO DE DÚVIDAS: FOCO EM ATENDIMENTO
Repórter da Revista dos Condomínios – Mas não é um tema novo assim…
Engenheiro Antônio Leal 28 da Startup GPC – É interessante, porque não é um tema complexo, mas noto que há uma demanda por informação, de entendimento. Então, quando há essa demanda, e volta e meia acontece, eu já separei alguns vídeos do Youtube os quais identifiquei que apresentam as informações de maneira clara e correta. É uma maneira de colaborar, de atender bem nossos clientes e, ao mesmo tempo, não perder o foco no nosso negócio e o atendimento na GPC, que é o nosso forte.
REDUÇÃO NO CONSUMO DE ÁGUA
Repórter da RDC – Em relação à água? Eu acredito que na região Nordeste a demanda por economia de água deve ser expressiva, eu estou correto?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – A água está muito cara e é um bem muito precioso e a gente percebe que a ausência de gestão desse recurso na maioria das vezes dificulta a economia – e a vida do síndico. E outras opções, que existem no mercado, para administração, desse e outros recursos, são muito caras. Você hoje fazer uma individualização do consumo é uma solução boa e que atende a diversos equipamentos.
INDIVIDUALIZAÇÃO OBRIGATÓRIA
Repórter da RDC – Essa individualização não é obrigatória?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Hoje já é lei, os condomínios novos já oferecem consumo individualizado para a água. É uma lei federal que foi redigida em 2016, com vigência iniciando em 2021. Com essa estrutura obrigatória por lei, nós vimos a oportunidade de oferecer a plataforma GPC, para controlar o consumo de cada unidade do condomínio. E a gente consegue cadastrar o condomínio e colocar a plataforma funcionando em até 3 horas – para água e gás.
Repórter da RDC – Pode citar algumas experiências práticas de síndicos que utilizaram a GPC?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Uma síndica da Paraíba e a outra pessoa é a Dona Fabiana, síndica no Maranhão. Elas utilizam a GPC desde o ano passado e poderão dar testemunho sobre os nossos serviços e o funcionamento da plataforma. Duas síndicas muito atuantes, que promovem um controle minucioso dos gastos com fornecedores de serviços como o que controlamos via plataforma da GPC: água, energia e gás.
QUEM CONTROLA, ADMINISTRA
Repórter da RDC – Com a utilização da plataforma, com certeza, elas devem estar podendo controlar e reduzir as perdas no uso desses recursos…
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Correto. Se todo dia elas sabem a posição de consumo de cada bloco, ou seja, se elas conseguem ver a quantidade de consumo de cada bloco até a data, então elas sabem a tendência de fechamento, com o valor total a ser pago. O algoritmo da plataforma calcula, com base no consumo no período atual, qual será o consumo e a despesa (valor a ser pago). Então, a plataforma ajuda os síndicos a entenderem o impacto.
O IMPACTO DE UM VAZAMENTO DE ÁGUA
Repórter da RDC – Por exemplo, o impacto de um vazamento de água em um setor qualquer da área comum.
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Sim. Qual o impacto de um vazamento que está causando grande valor na minha conta? E, veja, valor esse que o síndico toma como correto! Como o algoritmo trabalha o tempo inteiro te dando essa previsibilidade você não é surpreendido. Quando iniciar um vazamento você logo busca identificar e impedir um gasto anormal, acima do esperado. Ou seja, evita despesas desnecessárias para o condomínio. Você não toma susto no final do mês.
Repórter da RDC – Poderia falar mais sobre essa questão de vazamento baseado nas suas experiências?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Sim, por exemplo, no caso de uma piscina. Em uma piscina você pode aspirar e, ao mesmo tempo, drenar água. Ou seja, é passar a água sem ser em circuito fechado. Com isso, se vai consumir muita água. A sujeira é dispensada com uma boa quantidade de água. Então, se o piscineiro aspirar drenando, o seu consumo de água será enorme. Ao passo, se ele drenar passando, em circuito fechado, pelo filtro, a água usada para retirar a sujeira, retorna para a piscina. Com isso, se economiza muito desse rico recurso. E tem mais um detalhe: quando se aspira drenando, à agua suja é jogada no sistema de águas pluviais. Portanto, ela é jogada fora, embora não seja descartada como esgoto.
GPC: OS VAZAMENTOS DISPARAM ALARME
Repórter da RDC – Muitas vezes o síndico não se atenta a essa perda.
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Muitas vezes, o síndico não conhece esse sistema e, com isso, perde quantidades expressivas de água. Quando começa a controlar a nossa plataforma, a GPC, ele, síndico, começa a controlar e verificar, eventualmente, consumo absurdo de água em um dado momento. Ele vai procurar e fica sabendo do impacto de determinados processos, como o da limpeza da piscina no modo aspirar drenando. Ou vai verificar e descobre a origem de um vazamento; de um gasto indevido que não está sendo contabilizado, notado. É assim. Quem controla, conhece, estuda, soluciona, administra.
VAZAMENTO NA PISCINA
Repórter da RDC – E tem a questão do vazamento, também. A piscina pode estar vazando. Aí o problema é ainda mais grave.
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Pode. Pode, sim. A piscina é um tanque, como qualquer tanque. Nestes tanques, a depender do tempo e qualidade de construção, de utilização do rejunte, podem ocorrer vazamentos, sim. Essa água, ela desce. Uma piscina com uns vinte anos de construção é bom para fazer um teste de estanqueidade. Esse teste vai acusar se a piscina está ou não perdendo água. Mas a gente, lá na GPC, tem encontrado poucas situações de vazamento e, sim, o hábito de aspirar drenando. O que é, infelizmente, bem comum.
CONTROLE DA ENERGIA ELÉTRICA
Repórter da RDC – E no que se refere ao controle da energia? O que você pode nos falar?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – O mercado do condominial está bem direcionado para energia solar, onde você pode comprar uma pequena usina solar. Ou você pode comprar energia por meio de cotas. No mercado nordestino é muito comum os condomínios comprarem cotas de energia, o que reduz, logicamente, a despesa. E para condomínios que tem uma demanda alta de energia, ele pode ir para o mercado livre. Por tanto, energia tem muita solução. Água a gente não está vendo grandes oportunidades no mercado. A água ainda está muito cara. Existe uma improdutividade muito grande do sistema de abastecimento; perdas. E essa situação, evidentemente, afeta o custo final para o consumidor no mercado brasileiro. As concessionárias têm trabalhado para reduzir seus problemas internos, principalmente de distribuição. E, logicamente, isso vai melhorar a reduzir a despesa com água e melhorar o serviço como um todo. E, do lado dos condomínios, os gestores têm que cada vez mais implantar monitoramento, gestão, recursos que ajudem a tomar boas decisões.
OS SERVIÇOS DA GPC
Repórter da RDC – Que é o serviço que a GPC oferece. Vamos falar um pouco sobre a GPC: o que você pode me dizer sobre os serviços, o atendimento?
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Na GPC, na verdade, a gente não atende somente a condomínios residenciais, mas também os comerciais e empresas de todos os portes. E isso se dá porque a gente tem a capacidade de personalizar os nossos serviços. Acaba se apresentando como uma gama de serviços de todos os âmbitos, demandas. Aqui, no mercado nordestino, mais exatamente, a plataforma da GPC é muito utilizada para controlar a utilização de água para áreas verdes. Por tanto, uma água que não vai impactar o gasto com serviço de esgoto. Essa água, por tanto, não pode ser cobrada como esgoto.
VALORES COBRADOS INDEVIDAMENTE
Repórter da RDC – Se o valor vier na conta…
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Se vier na conta é, consequentemente, indevido. Se o condomínio gasta 100 m3 (cem metros cúbicos) de água e a concessionária cobra 100 m3 (cem metros cúbicos) de esgoto essa cobrança é indevida, caso você tenha utilizado parte dessa água em áreas verdes. Mas para saber o quanto gastou precisa ter como controlar esse consumo.
Repórter da RDC – Aí entra o aplicativo da GPC.
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Se você sabe, essa água do jardim tem que ser descontada do valor final do esgoto. Mas a concessionária não quer saber. Ela te cobra pelo que está entrando. E aí, você pode usar o aplicativo para saber o consumo de água em áreas verdes. Você coloca um medidor de água para áreas verdes, mede aquele gasto e faz uma chamada para a concessionária dizendo que possui tal medidor e que ele está indicando X volume de água gasta na área verde.
Repórter da RDC – Esse gasto, se for em “condomínios–clube”, pode ser enorme e diferença, portanto, significativa em valores…
Engenheiro Antônio Leal da Startup GPC – Têm prédios que esses descontos variam entre 5% e 15% do valor final do esgoto. Por isso que alguns estados já não cobram 100% do esgoto, porque eles sabem desse uso em áreas verdes, para piscina etc. Então, esse aplicativo é muito importante para os condomínios que têm grandes áreas verdes em estados nos quais a concessionária não faz qualquer tipo de desconto em relação aos valores cobrados em esgoto. Nesses estados se torna, então, imprescindível, que os condomínios monitorem seus gastos com água nessas áreas verdes, piscinas, lavagem de carros e outros gastos que não dão origem a esgoto.
RELATO REAL DE ECONOMIA
Repórter da RDC – Você pode fazer um relato do histórico de economia no consumo de água de um condomínio, a partir da plataforma da GPC???
“… Um síndico recém empossado que, ao revisar os contratos vigentes, identificou sobrepreços em serviços contratados de empresas vinculadas à gestão anterior. Diante de uma situação financeira já fragilizada, a medida adotada foi a emissão de notificações extrajudiciais às empresas, objetivando a não prorrogação automática dos contratos.”
Engenheiro Antônio Leal – A síndica Gilliane Almeida, na Paraíba, instalou a nossa solução no prédio dela. Quando a gente chegou lá o condomínio consumia 1.700 m3/mês, com uma conta próxima de R$10.000. Três meses depois, o consumo baixou para 700 m3/ mês, com uma conta em torno de R$3.700. Esse caso foi um dos mais interessantes que nós presenciamos, acompanhamos no Brasil. Assim, como ela mesmo falou: “Leal, a gente não media… e quem não mede, não gerencia. Eu era síndica, eu não media. E quando passei a medir, diariamente, vi que tinha consumos estranhos em certos momentos… fui investigar”.
Repórter da RDC – E a partir de instalado o GPC?
Engenheiro Antônio Leal – Aí, quando instalamos o aplicativo lá, nós constatamos que ela gastava 50 m3/dia no condomínio. E a gente compara. Como a gente têm vários prédios como clientes, nós vimos que o consumo estava alto. Falamos para ela: um prédio como o seu, do seu porte aqui, está consumindo algo como 30 m3. Então, nós consideramos que tem algum vazamento, alguma má utilização da água; tem um problema muito sério. Ou seja, esse trabalho de benchmarking, é um trabalho de levantamento que a gente faz também. Porque, naturalmente, você vai ter equipamentos, situações, que são próximas. Por exemplo: prédios de 20 andares, unidades de 100 m2, quatro banheiros etc. Então, existem similaridades de processo de consumo de água, por exemplo, entre esses clientes.
SOLUÇÕES APLICADAS
Repórter da RDC – Essa experiência te permitiu indicar uma primeira ação…
Engenheiro Antônio Leal – Então, no caso dela, a primeira orientação foi fazer uma inspeção geral de vazamentos. Tanto na parte externa, quanto na parte interna dos apartamentos. Resumindo a história: ela encontrou diversos vazamentos. E ela foi corrigindo os problemas. Então, ela foi caindo de consumo de 50 para 40, para 35. Hoje, ela opera numa faixa de 20 a 25 m3/dia.
Repórter da RDC – Algum caso de uso indevido???
Engenheiro Antônio Leal – Sim. Havia, sim. Ela, com as correções, e controle, viu que uma quantidade enorme de água era consumida no final de semana. Foi ver e acabou por descobrir que os condôminos utilizavam água para lavar carros nos finais de semana. Isso não era permitido, mas as pessoas usavam. Provavelmente, esse hábito era mantido porque não se sabia do impacto no consumo ao final do dia, dos finais de semana. Como você controla, o gestor pode ver em números o consumo e o valor associado. Tinham outros casos. Foram diversos os vazamentos que ela identificou e corrigiu. O aplicativo deu à ela essa capacidade gerencial. Transparência do consumo. Ai, ela pode atuar.
PDCA SIMPLIFICADO
Repórter da RDC – Qual é o nome desse processo ou método?
Engenheiro Antônio Leal – Essa ferramenta a gente chama de PDCA Simplificado, que é uma metodologia conhecida mundialmente, utilizada por grandes empresas, para solucionar problemas. Então, se você tem um problema, você usa uma tecnologia. E o que ela representa? Basicamente, você colhe dados, cria um indicador, mede, acompanha o processo, você começa a descobrir o seu perfil de consumo; se você tem variação no consumo, você atua corretiva e preventivamente; se você tem base de comparação, você procura ver porque você está maior ou pior do que seu concorrente ou vizinho. Então é uma metodologia que garante que você coleta um dado, transforma em indicador, analise, veja se o resultado está bom ou não; se não está bom entender qual é a causa e tomar as decisões para corrigir.
Repórter da RDC – E as outras soluções encontradas no mercado com o uso de IoTs ou Internet das coisas?
Engenheiro Antônio Leal – O conceito, que é o de uma rede de dispositivos físicos, equipados com sensores e software, que se conectam à internet para coletar, tratar e analisar dados, na maioria das vezes, são muito caras, demoram a ser implantadas e requerem manutenção e gastos. Você hoje faz uma individualização, que é uma decisão boa, ela atende a diversos equipamentos que podem atender bem e com custos reduzidos e sem necessidade de manutenção. No caso da GPC, as atualizações são automáticas e em tempo real.
CONTROLE DO GÁS
Repórter da RDC – E com relação à gás?
Engenheiro Antônio Leal – Com relação ao gás a gente encontrou no mercado, mais exatamente no mercado nordestino, o seguinte panorama: muito atendimento de gás GLP, naquele bujão de gás. Agora, o prédio que estiver com o seu consumo individual implantado, fica fácil de implantar nossa solução e com ele monitorar o consumo em tempo real e gerar prognóstico de consumo para o mês. É só fazer o cadastramento das unidades e fazer o monitoramento mensal, no caso do síndico. Porque, tanto a água como o gás, são, na maioria das vezes, realizado um monitoramento mensal.
Repórter da RDC – Quanto tempo para implantar o sistema??
Engenheiro Antônio Leal – Para água e gás menos de três (3) horas.
Repórter da RDC – E para a questão de monitoramento da energia?
Engenheiro Antônio Leal – Para energia, as concessionárias já entregam o consumo individualizado. Para monitorar não teria problema. Na verdade, o que a gente faz é abrir os cartões de monitoramento, da própria concessionária, e realizamos um exame detalhado do consumo.
Repórter da RDC – Você gostaria de somar algum comentário ao que já conversamos? Talvez, aproveite a oportunidade para falar de sustentabilidade alinhada à plataforma…
Engenheiro Antônio Leal – A GPC tem o propósito de apresentar um serviço ótimo, flexível e customizável e de custo reduzido para que a gente consiga potencializar a sustentabilidade do condomínio. Você vê que é uma solução aderente aos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da ONU. No caso, alinhado à Agenda 20-30 da ONU, tem as diretrizes da ONU. E a GPC está completamente alinhada ao DOS 11, que trata do desenvolvimento de cidades sustentáveis. Então, quando você consegue levar uma ferramenta como a da GPC direto para a ponta, lá no consumidor, você tem como fazer com que as pessoas consigam utilizar a água de uma forma mais inteligente, você está contribuindo para essa mudança para uma forma mais sustentável de consumir, você está contribuindo para a sustentabilidade do planeta.’’
Antônio Leal – Engenheiro Químico (UNICAP), PÓS Graduado em Gestão da Qualidade e Produtividade (FESP), PÓS Escola de Marketing Industrial (EMI-SP), MBA em Gestão Empresarial (FGV), MBA Executivo AmBev, MBA Executivo em Finanças Corporativas (UFPE). Atuou por mais de 12 anos na AmBev em operações febris. Atuou, também, como professor convidado na UFPE nas áreas de Estratégia empresarial – MBA de Planejamento Tributário e Valuation MBA de finanças corporativas. Em abril de 2020, fundou a GPC em conjunto com seus sócios Vitor Matheus, Gustavo Lucena e Alana Rayanne, onde atuou como CEO até a presente data.



